O ciclo
Diagnosticar → Otimizar → Automatizar → Monitorar → Evoluir. O ciclo se repete: um CSC maduro revisita o mesmo processo quando o volume muda, quando a tecnologia evolui, ou quando o SLA deixa de refletir a necessidade real.
Dois níveis de levantamento
O levantamento de processos acontece em dois níveis, ligados por propósito.
Nível macro, aplicado a todos os processos de uma área ou conta de uma vez, organiza o levantamento em áreas, processos e atividades, com estimativa de esforço de alto nível para cada uma. Serve para priorizar: quais processos têm ganho suficiente para justificar um levantamento detalhado, e em qual ordem atacar.
Nível detalhado, aplicado processo por processo depois que a priorização macro aponta onde vale investir tempo, aprofunda cada atividade em passos, evidências, responsáveis, aplicativos envolvidos, riscos e melhorias — cada melhoria com o ganho estimado por execução.
Documentação gerada, não redigida à mão
O ponto mais diferenciado do método: a partir do levantamento detalhado estruturado, uma ferramenta própria gera automaticamente o documento AS-IS do processo, o manual do usuário, o material de treinamento, o fluxograma em notação BPMN e o documento de escopo do projeto de automação.
Isso importa por um motivo prático, não estético: documentação redigida à mão fica desatualizada no dia em que o processo muda, e depende da memória de quem participou do levantamento. Documentação gerada a partir de um levantamento estruturado é consistente entre processos, rastreável até a fonte do levantamento, e pode ser regerada sempre que o processo evolui — sem reescrever nada à mão.
O que isso significa na prática
O cliente recebe, ao final de um levantamento detalhado, um conjunto completo de documentação de processo pronta para treinamento de equipe, para auditoria, e para a especificação de qualquer automação subsequente — sem a defasagem típica da documentação mantida manualmente.